Comissão discute inclusão e apoio a jovens atípicos após a conclusão do Ensino Médio

Comissão discute inclusão e apoio a jovens atípicos após a conclusão do Ensino Médio

Autor: Assessoria/ CMC

Danilo Bonifácio sob supervisão

A Comissão Especial de Vereadores (CEV) que trata da inclusão e apoio a jovens e adultos atípicos após a conclusão do Ensino Médio na Unidade Municipal de Ensino (UME) Princesa Isabel se reuniu ontem (01/12) para discutir o tema. Conduzido pelo presidente da Câmara, o vereador Topete (PSD), o encontro contou com a presença dos parlamentares Guilherme do Salão (PSB), Edson Mota (União Brasil) e Marcinho (PSB), além dos líderes das pastas de Educação, Danielle Souza, de Saúde, Márcio Amorim, e de Assuntos Jurídicos, Rodrigo Dias. Familiares de pessoas com deficiência também participaram da reunião e defenderam a implantação de um projeto que, em parceria com as respectivas pastas, dê continuidade aos atendimentos do grupo.

Os secretários destacaram desafios orçamentários e legais para efetivar essa colaboração intersetorial. Márcio Amorim frisou a necessidade de intermédio jurídico para formalizar qualquer parceria. “Hoje, eu não posso tirar um profissional que está dentro do contrato e desviar para uma outra secretaria”, salientou ele.

Danielle Souza também reconheceu que há obstáculos para o pleito. De acordo com ela, recentemente, a pasta conseguiu quatro profissionais de enfermagem para atuar nas unidades escolares e que, apesar da conquista, há uma complexidade por se tratar de verba específica da Educação. Em busca de soluções para as mais de 80 pessoas que necessitam da assistência, Rodrigo Dias, secretário de Assuntos Jurídicos, também pontuou a possibilidade de uma divisão orçamentária prévia, mantendo a pasta da Educação como principal responsável.

A discussão focou não apenas nos jovens que já concluíram o Ensino Médio, mas na importância de garantir a continuidade dos estudos e o acesso a serviços públicos essenciais. Também foi abordada a necessidade de colaboração entre profissionais da Educação, da Saúde e da Assistência Social para definir o papel da escola e garantir o bem-estar dos alunos, incluindo a segurança deles.

Os familiares citaram a importância do progresso e do envolvimento de todas as partes interessadas para garantir os direitos dos alunos. A intenção da reunião, segundo Topete, era traçar um plano de ação consistente e buscar soluções para questões como representação e respeito, definindo um caminho eficaz para a situação do grupo.

Diante do exposto, uma nova reunião da CEV foi agendada para a segunda quinzena de dezembro com o objetivo de dar continuidade à busca por um consenso e pela implementação das medidas de apoio.