Vereadores cobram ações para melhorar segurança pública na cidade

Vereadores cobram ações para melhorar segurança pública na cidade

Foto: SCS/CMC

Os parlamentares se reuniram ontem (18/09) com o secretário de Segurança Pública e Cidadania e superintendente da Companhia Municipal de Trânsito (CMT), Jefferson Cansou. Na pauta, a escalada da criminalidade da cidade, a falta de iluminação pública, a vigilância dos equipamentos públicos, e o sistema de videomonitoramento.

A reunião foi conduzida pelo presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara, o vereador Marcinho (PSB), e contou com a participação dos parlamentares Aguinaldo Araújo (PDT), Sérgio Calçados (PPS), Dr. Anderson Veterinário (PRB) e Rodrigo Alemão (PSDB). Eles fizeram uma série de questionamentos ao representante do Executivo.

O secretário explicou que a concentração de policiais no centro da cidade e, consequentemente, a ausência em outros pontos de Cubatão não se deve a um mau distribuição por parte da Operação Delegada, mas tem relação ao fato de que os PMs que trabalham na Avenida Nove de Abril atuam no regime de Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Militar (DEJEM). Cansou disse que se reúne permanentemente com as autoridades policiais do município a fim de tentar aumentar o efetivo em Cubatão. Cansou ainda afirmou que a administração paga pro labore aos PMs que atuam na fiscalização de trânsito.

Sobre o funcionamento do sistema de videomonitoramento, Cansou esclareceu que para aperfeiçoar a transmissão de dados é necessário implantar um projeto de fibra óptica na cidade, que deve custar aproximadamente 4 milhões de reais. O secretário disse que as poucas câmeras instaladas no município já ajudaram na identificação de criminosos.

Cansou afirmou que o atual governo assim que assumiu fez um estudo da estrutura funcional dos próprios públicos. Nesse levantamento, constatou-se que havia excesso de profissionais de vigilância patrimonial e que alguns serviços não estavam sendo prestados pela empresa contratada. O secretário disse que, frente a essa situação, foi necessário encerrar o contrato e abrir um novo processo, com valores mais baixos para o erário público.

Aguinaldo Araújo reclamou da escuridão de alguns trechos da cidade, o que, segundo ele, favorece a ação de criminosos. Marcinho também criticou a falta de vigilância nos equipamentos públicos, como escolas e unidades básicas de saúde. O presidente da Comissão de Segurança Pública lembrou que o Conservatório Municipal recentemente foi alvo de ladrões. “Às vezes, o barato sai caro”, alertou o parlamentar, fazendo referência ao contrato de vigilância patrimonial.